Research · Ações
Análises de Ações
Cobertura de empresas listadas na B3. Setor por setor, com contexto macro, balanço patrimonial e perspectiva de preço-alvo.
Glossário da Renda Fixa — Cap. 22: montando a parte de renda fixa
Montar a parte de renda fixa da carteira é escolher, para cada objetivo — reserva, médio prazo, aposentadoria —, o prazo, a taxa e o emissor certos, em vez de correr atrás da taxa mais alta.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 21: fundo imobiliário de papel
Fundo imobiliário de papel é aquele que, em vez de comprar prédios, compra dívida ligada a imóveis: por dentro, funciona como uma cesta de renda fixa que paga renda mensal.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 20: fundos e ETFs de renda fixa
Fundo de renda fixa é um cofre coletivo que compra títulos em nome de vários investidores; ETF é a versão desse cofre negociada na bolsa, com cota comprada e vendida como uma ação.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 19: imposto regressivo e IOF
O imposto sobre a renda fixa cai quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado, e outro imposto à parte pune quem resgata nos primeiros 30 dias. Entenda como o IR regressivo e o IOF mudam o quanto sobra do seu rendimento.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 18: liquidez e carência
Liquidez é a velocidade com que um investimento se transforma em dinheiro na conta; carência é o prazo mínimo em que ele fica bloqueado, sem exceção. Confundir as duas coisas é o motivo mais comum de ficar sem acesso ao próprio dinheiro na hora do imprevisto.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 17: spread de crédito
Spread de crédito é o juro extra que um título de empresa ou banco paga além do que paga um título do governo, como prêmio pelo risco de o emissor não honrar o pagamento. Quanto mais arriscado o emissor parece ao mercado, maior costuma ser esse prêmio.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 16: CRI e CRA
CRI e CRA transformam dívidas do setor imobiliário e do agronegócio em títulos de renda fixa vendidos a investidores — sem a garantia do FGC.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 15: debêntures incentivadas
Debênture incentivada é um título de dívida de empresa que financia obras de infraestrutura e paga menos imposto ao investidor pessoa física em troca de um prazo mais longo.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 14: debêntures
Debênture é um empréstimo que você faz direto para uma empresa, e não para um banco: ela promete devolver o dinheiro com juros, mas sem a garantia do FGC que protege o CDB.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 13: rating
Rating é a nota que agências como S&P, Moody's e Fitch dão à capacidade de um governo, banco ou empresa de pagar suas dívidas em dia. Uma nota alta reduz o risco de calote, mas não é garantia de pagamento.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 12: risco de crédito
Risco de crédito é a chance de quem pegou seu dinheiro emprestado — banco, empresa ou governo — não conseguir devolver o combinado. Quanto maior essa chance, maior costuma ser a taxa oferecida para compensar quem topa correr o risco.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 11: LCI e LCA
LCI e LCA são títulos emitidos por bancos para financiar imóveis e o agronegócio — e, diferente do CDB, não pagam Imposto de Renda para pessoa física. Essa isenção tem um preço: taxas menores e menos liquidez.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 10: CDB
CDB é um empréstimo que você faz a um banco: ele usa seu dinheiro e devolve com juros depois de um prazo combinado. Quanto maior o risco do banco e o prazo do título, maior costuma ser a taxa oferecida.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 9: curva de juros
A curva de juros mostra, num só gráfico, as taxas que o mercado pratica para prazos diferentes — e explica por que um título de longo prazo pode se comportar de um jeito bem distinto de um título de curto prazo.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 8: duration
Duration é o número, em anos, que mostra o quanto o preço de um título de renda fixa sobe ou desce quando a taxa de juros do mercado muda — quanto maior, maior o solavanco no preço.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 7: marcação a mercado
Marcação a mercado é o cálculo diário de quanto vale o seu título se você decidir vendê-lo hoje — e é por isso que até um título do Tesouro pode oscilar de preço antes do vencimento.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 6: juro real e juro nominal
Juro nominal é o número cheio do contrato; juro real é o que sobra dele depois de descontar a inflação. Entender essa diferença separa o ganho de verdade da ilusão de ganho.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 5: Tesouro IPCA+
Tesouro IPCA+ é um título que paga a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) mais uma taxa fixa combinada na compra. É a forma mais direta de proteger o poder de compra do dinheiro no longo prazo.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 4: Tesouro Prefixado
Tesouro Prefixado é o título em que você já sabe, no dia da compra, exatamente qual taxa de juros vai receber até o vencimento — como travar a parcela de um financiamento.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 3: Tesouro Selic
O Tesouro Selic é o título público que rende a taxa básica de juros do país e quase não muda de preço no dia a dia — a porta de entrada mais estável da renda fixa.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 2: pós-fixado, prefixado e atrelado à inflação
Um mesmo título de renda fixa pode pagar juros de três jeitos diferentes — e a escolha entre eles muda completamente quanto você sabe hoje sobre o que vai receber lá na frente.
Ler artigo →Glossário da Renda Fixa — Cap. 1: título de renda fixa
Um título de renda fixa é, no fundo, um empréstimo: você entrega dinheiro a alguém hoje e essa pessoa promete devolver mais no futuro, com juros combinados.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 22: O primeiro aporte
Aporte é o dinheiro que você coloca dentro de um investimento — e o primeiro aporte é essa primeira vez, seja qual for o valor. O que decide o resultado não é começar com muito dinheiro, mas quanto, quando e com que frequência você repete esse gesto.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 21: Imposto de Renda
Imposto de Renda é a fatia do que você ganhou com um investimento que vai para o governo — e essa fatia muda dependendo do tipo de investimento e do tempo que o dinheiro fica aplicado.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 20: Perfil de investidor
Perfil de investidor é o retrato de quanto risco você aceita correr e por quanto tempo pode deixar o dinheiro guardado — é ele que diz se uma carteira combina com você, e não com o vizinho.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 19: Risco e oscilação
Risco é a chance de um investimento subir ou descer de valor com o tempo — e oscilar não é o mesmo que perder dinheiro de verdade.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 18: Diversificação
Diversificar é dividir o dinheiro entre investimentos diferentes, para que um problema em um deles não leve embora tudo o que você guardou. É a versão financeira do ditado sobre não colocar todos os ovos na mesma cesta.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 17: Fundo de investimento e ETF
Fundo de investimento é como um bolo de dinheiro: várias pessoas juntam a sua parte e um profissional usa esse total para comprar vários investimentos de uma vez. ETF é um tipo de fundo que se compra e se vende na bolsa, do mesmo jeito que se compraria uma ação.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 16: Ibovespa
O Ibovespa é o índice que resume, em um único número, se as ações mais negociadas da Bolsa brasileira estão subindo ou caindo, em média — um termômetro do mercado, não do seu bolso.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 15: B3 e home broker
A B3 é a bolsa de valores do Brasil, mas você nunca fala com ela diretamente: quem leva sua ordem de compra ou venda até lá é o home broker, o sistema da corretora que você usa no computador ou no celular.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 14: Dividendos
Dividendo é a parte do lucro que uma empresa devolve a quem tem ações dela, pago em dinheiro direto na conta do investidor. Nem toda empresa paga, e o valor varia com o lucro de cada período.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 13: Ação
Ação é um pedacinho de uma empresa. Quando você compra uma, você passa a ser, mesmo que numa parte bem pequena, dono daquele negócio — e ganha ou perde conforme ele vai bem ou mal.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 12: FGC
FGC é a sigla de Fundo Garantidor de Créditos: um mecanismo que devolve o seu dinheiro até um limite se o banco onde você investiu quebrar.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 11: CDB, LCI e LCA
CDB, LCI e LCA são formas de emprestar dinheiro para o banco em troca de juros, cada uma com um destino diferente para esse dinheiro.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 10: Tesouro Direto
Tesouro Direto é o programa que deixa qualquer pessoa emprestar dinheiro para o governo federal e receber de volta com juros — um dos jeitos mais simples de começar a investir.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 9: Corretora
Corretora é a empresa que serve de ponte entre você e os investimentos — é por ela que seu dinheiro chega ao Tesouro Direto, ao CDB ou à bolsa de valores. Sem abrir conta em uma, não dá para investir em quase nada além da poupança.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 8: Renda fixa e renda variável
Renda fixa é quando você já sabe as regras de rendimento desde o início; renda variável é quando o valor pode subir ou descer sem nenhuma promessa combinada antes.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 7: Poupança
A poupança é a aplicação mais simples e mais conhecida do Brasil, mas também uma das que menos rendem. Entenda por que isso acontece e o que é a chamada regra do aniversário.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 6: Reserva de emergência
Reserva de emergência é o dinheiro guardado à parte para imprevistos — não é para render o máximo, é para estar disponível na hora que for preciso, sem virar dívida no cheque especial ou no cartão.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 5: Juros compostos
Juros compostos são os juros que rendem sobre o dinheiro aplicado e também sobre os juros que ele já rendeu antes — por isso o tempo pesa mais do que o valor guardado.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 4: CDI
CDI é a taxa de juros que os bancos cobram uns dos outros quando emprestam dinheiro entre si por um único dia — e é ela que aparece escrita em quase todo contrato de investimento em renda fixa, como em "rende 100% do CDI".
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 3: Selic
A Selic é a taxa básica de juros do Brasil, decidida pelo Banco Central a cada 45 dias. Ela funciona como o preço do aluguel do dinheiro no país inteiro, influenciando desde o rendimento da poupança até o juro do cartão de crédito.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 2: Inflação
Inflação é a subida geral dos preços ao longo do tempo — é por isso que, com o passar dos meses, o mesmo dinheiro compra cada vez menos coisas.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 1: Investir
Investir é colocar o dinheiro para render, em vez de deixá-lo parado perdendo valor com o tempo. Neste primeiro capítulo, você entende por que isso importa mesmo para quem está começando do zero.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 22: o que é a ordem limitada e a ordem a mercado
Ordem a mercado executa imediatamente ao melhor preço disponível no livro de ofertas, enquanto a ordem limitada só executa no preço definido pelo investidor ou melhor; a escolha entre as duas, e o horário de envio, determina o preço final pago ou recebido por uma cota de ETF.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 21: o que é ETF vs fundo de índice vs fundo ativo
ETF, fundo de índice tradicional e fundo de gestão ativa são três formas de investir por meio de uma carteira coletiva, mas diferem na forma de negociação da cota, no objetivo do gestor e no custo cobrado ao investidor.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 20: o que é a tributação de ETF no Brasil
A tributação de ETF no Brasil define como o imposto de renda incide sobre o ganho na venda de cotas: 15% sobre o lucro, sem a isenção de R$20 mil mensais que existe para ações compradas diretamente.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 19: o que é volume vs liquidez real
Volume é o quanto se negocia de um ETF em bolsa; liquidez real é a capacidade de comprar ou vender rápido e sem distorcer o preço, garantida pelo mecanismo de criação e resgate.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 18: o que é ETF alavancado e inverso
ETFs alavancados e inversos buscam multiplicar o retorno diário de um índice, não o retorno do período: por causa do reajuste feito ao final de cada pregão, o resultado acumulado pode se afastar do múltiplo simples esperado.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 17: o que é ETF setorial ou temático vs índice amplo
Um ETF setorial ou temático replica um índice restrito a um único setor econômico ou a um tema de investimento específico, enquanto um ETF de índice amplo reúne empresas de múltiplos setores da economia.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 16: o que é o ETF cripto (custódia, prêmio e arbitragem)
Um ETF cripto é um fundo negociado em bolsa que busca replicar o preço de criptoativos como o bitcoin, dando acesso a esse mercado via bolsa tradicional, sem exigir carteira digital própria.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 15: o que é ETF internacional e hedge cambial
Um ETF internacional replica um índice de ativos negociados fora do país onde é listado, expondo o investidor ao desempenho desses ativos e, sem hedge cambial, também à variação da moeda estrangeira frente ao real.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 14: o que é um ETF de commodity (lastro físico vs futuro)
Um ETF de commodity busca acompanhar o preço de uma matéria-prima, mas pode fazer isso de duas formas bem diferentes: guardando o ativo físico ou rolando contratos futuros. Essa diferença de mecânica muda o risco e o retorno de longo prazo do fundo.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 13: o que é um ETF de renda fixa (duration e marcação a mercado)
Um ETF de renda fixa é um fundo de índice negociado em bolsa que replica uma carteira de títulos de dívida, cujo comportamento depende diretamente da duration dos papéis e da marcação a mercado diária das cotas.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 12: o que é o dividendo em ETF
Dividendos em ETF são os proventos pagos pelas empresas ou títulos da carteira; a política do fundo determina se esse valor é repassado periodicamente ao cotista, no caso de um ETF de distribuição, ou reinvestido automaticamente, refletindo-se na valorização da cota, no caso de um ETF de acumulação.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 11: o que é ponderação por valor de mercado vs igual peso
Ponderação por valor de mercado e ponderação por igual peso são os dois métodos mais comuns para definir quanto cada ativo pesa dentro de um índice — e, por consequência, dentro do ETF que o replica. Um privilegia o tamanho das empresas; o outro trata todas como iguais.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 10: o que é rebalanceamento de índice
Rebalanceamento de índice (index rebalancing) é a revisão periódica que o provedor de um índice de referência faz na composição e nos pesos dos ativos que o compõem, obrigando os ETFs que o replicam a ajustar suas posições.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 9: o que é prêmio e desconto sobre o NAV
Prêmio e desconto sobre o NAV é a diferença entre o preço de negociação da cota de um ETF na bolsa e o valor patrimonial por cota calculado a partir dos ativos da carteira. Quando a cota negocia acima do NAV há prêmio; quando negocia abaixo há desconto.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 8: o que é liquidez e spread bid-ask
Liquidez é a facilidade de negociar cotas de um ETF sem alterar seu preço, e o spread bid-ask — a diferença entre os preços de compra e venda no livro de ofertas — é a forma mais direta de medi-la.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 7: o que é taxa de administração (TER)
A taxa de administração é o percentual cobrado anualmente sobre o patrimônio de um ETF para remunerar sua gestão, descontado diariamente da cota antes de qualquer negociação. No exterior, esse custo total costuma ser resumido pela sigla TER (total expense ratio).
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 6: o que é erro de rastreio (tracking error)
Erro de rastreio (tracking error) é a medida estatística de quanto a rentabilidade de um ETF se dispersa em relação ao seu índice de referência ao longo do tempo, refletindo custos e imperfeições da réplica.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 5: o que é réplica física vs sintética
Réplica física e réplica sintética são os dois métodos que um ETF pode usar para entregar o retorno do seu índice: comprando diretamente os ativos ou usando um contrato de swap com uma contraparte.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 4: o que é criação e resgate e o Participante Autorizado
Criação e resgate é o mecanismo pelo qual novas cotas de um ETF são emitidas ou retiradas de circulação, sempre por meio de um intermediário especializado chamado Participante Autorizado (Authorized Participant, ou AP). É esse processo de arbitragem que mantém o preço do ETF em bolsa próximo do valor dos ativos que ele representa.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 3: o que é o valor patrimonial por cota (NAV)
O valor patrimonial por cota (NAV, de net asset value) é o valor de todos os ativos de um ETF, menos suas obrigações, dividido pelo número de cotas em circulação — o "preço justo" teórico da cota, distinto do preço negociado em bolsa.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 2: o que é um índice de referência (benchmark)
Índice de referência (benchmark) é a carteira teórica, construída segundo regras públicas, que um ETF se propõe a replicar. É ele quem define quais ativos o fundo deve ter e em que proporção.
Ler artigo →Glossário do ETF — Cap. 1: o que é um ETF
ETF (Exchange Traded Fund, ou fundo negociado em bolsa) é um fundo cujas cotas são compradas e vendidas na bolsa como uma ação e que normalmente busca replicar um índice de referência.
Ler artigo →BOVA11 caiu mesmo com a Petrobras subindo 3% — o culpado foi um único papel
O Ibovespa fechou em queda de 0,79% nesta quarta-feira (8/7), a 170.653 pontos, mesmo com a Petrobras subindo mais de 3% na esteira da escalada entre EUA e Irã — o culpado foi o tombo de 4,59% em Vale ON, o maior peso do índice. O caso expõe um mecanismo estrutural que todo dono de BOVA11 precisa entender: o ETF não é a média do mercado, é uma soma ponderada pelos maiores nomes.
Ler artigo →Petrobras subiu 2,65%, mas o Ibovespa caiu: a aritmética de peso que todo dono de BOVA11 devia entender
Nesta terça-feira, o petróleo subiu 3,01% e a Petrobras avançou até 2,65% — mas o Ibovespa fechou em queda. A explicação está no peso dos componentes do índice, não na notícia do dia.
Ler artigo →Ibovespa caiu 0,93%, Nasdaq subiu 1,12% no mesmo pregão: o que a desconexão ensina sobre carteira só em reais
No fechamento desta segunda-feira, o Ibovespa recuou 0,93%, a 172.447,58 pontos, enquanto o Dow Jones subiu 0,29% e o Nasdaq avançou 1,12%, a 26.121,16 pontos. O mesmo dia, direções opostas — e uma lição sobre o que realmente se compra ao investir fora com ETFs como IVVB11 e NASD11.
Ler artigo →O Ibovespa não subiu apesar do dado fraco da indústria — subiu por causa dele
Na sexta-feira (3/7), o Ibovespa fechou aos 174.070 pontos, maior nível desde 2 de junho, puxado por um dado de produção industrial mais fraco que o esperado. O motivo revela como o mercado precifica a próxima decisão de juros antes dela acontecer — e por que isso muda a leitura de qualquer notícia macro nas próximas semanas.
Ler artigo →Bitcoin sobe no fim de semana; HASH11 e QBTC11 só sentem isso na segunda-feira
Enquanto o bitcoin operava perto de US$ 63 mil na noite deste sábado, HASH11 e QBTC11 seguiam com o preço travado no fechamento de sexta-feira — a diferença aparece de uma só vez no pregão de segunda-feira.
Ler artigo →O paradoxo do payroll fraco: por que um dado ruim nos EUA virou notícia boa para o Ibovespa
Payroll fraco nos EUA e feriado antecipado em Wall Street levaram o Ibovespa a fechar em alta de 0,89% nesta sexta-feira — um lembrete de que dado ruim vira notícia boa quando o mercado precifica corte de juro, e de que liquidez rala amplia o movimento.
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