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Artigos, trilhas e análises publicadas pelo time FinFocus Research. Conteúdo educativo com o mesmo rigor do nosso research credenciado.
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Ver todas →Glossário do Investidor — Cap. 1: Investir
Investir é colocar o dinheiro para render, em vez de deixá-lo parado perdendo valor com o tempo. Neste primeiro capítulo, você entende por que isso importa mesmo para quem está começando do zero.
Ler artigo →Payroll dos EUA perde 23 mil vagas em julho e reacende dilema do Fed entre inflação e desaceleração
Os Estados Unidos fecharam 23 mil vagas de trabalho em julho, bem abaixo da expectativa de criação de 80 mil postos, enquanto o Fed segue pressionado entre inflação de 3,5% e sinais de desaceleração no emprego. Dólar recua a R$ 5,09 e Ibovespa opera em alta, impulsionado também pelo balanço da Petrobras.
Ler artigo →Petróleo avança para US$ 82 com escalada no Oriente Médio; payroll dos EUA é o foco desta sexta-feira
Brent sobe 3,83% com hostilidades no Mar Vermelho e impasse sobre o Estreito de Ormuz, Ásia fecha no vermelho e o mercado aguarda o payroll de julho para calibrar as apostas sobre o Fed.
Ler artigo →Irã e Omã fecham rota para Ormuz, mas Brent sobe a US$ 80: mercado ainda não confia na trégua
Irã e Omã fecharam as coordenadas de uma nova rota de navegação para o Estreito de Ormuz, mas Teerã condicionou a reabertura à postura dos EUA. O Brent subiu 0,88%, a US$ 80,15, sinal de que o mercado ainda não desconta o fim do risco geopolítico que pressiona o petróleo desde fevereiro.
Ler artigo →Selic cai para 14% pela 4ª vez seguida e Copom abre porta para novo corte
O Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14% ao ano, e sinalizou continuidade do ciclo de afrouxamento. Mercado já projeta a taxa em 13,75% no fim de 2026, enquanto o Ibovespa opera perto de 178 mil pontos aguardando o balanço da Petrobras.
Ler artigo →Acordo em Ormuz derruba petróleo e leva ouro a quase US$ 4.300; Ásia corrige, futuros mistos em NY
Avanço no acordo entre Irã e Omã para reabrir o Estreito de Ormuz derruba o petróleo e turbina o ouro, que renova máxima em quatro pregões. Ásia corrige com pressão sobre semicondutores, enquanto futuros em Nova York operam mistos após mais um recorde do Dow. No Brasil, o mercado ainda digere o quarto corte seguido da Selic, agora em 14% ao ano.
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