FinFocus Research · Abordagem
Uma análise para cada classe.Um padrão para todas.
Ações, renda fixa, FIIs, cripto, RWA — cada classe tem sua linguagem, seus riscos e seu momento. A FinFocus Research cobre todas elas com o mesmo rigor analítico, credenciado pela APIMEC e assinado pelo CNPI Nº 261.
Falar com um analista →Cobertura multi-asset
Todos os ativos que importam para o seu portfólio.
Não existe portfólio robusto restrito a uma única classe. A FinFocus Research foi construída para cobrir o espectro completo com a profundidade que cada classe exige.
Empresas listadas na B3, com análise fundamentalista de setor, gestão e geração de caixa.
Fundos imobiliários com olhar sobre dividendo, vacância, qualidade do portfólio e gestão.
Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs e debentures calibrados para cada cenário de juros.
Ativos digitais e Real World Assets com o mesmo rigor analítico das classes tradicionais.
Selic, câmbio, inflação e o que cada dado significa para a alocação da sua carteira.
Tendências globais, mercados emergentes e oportunidades além da B3.
Nossa abordagem
O que diferencia o research da FinFocus.
Independência total
Não temos banco, corretora ou gestora por trás. Cada recomendação existe por um único motivo: ela é a melhor opção para o investidor.
Credencial regulatória
CNPI Nº 261, credenciado pela APIMEC — o mesmo padrão exigido das maiores casas de análise do país. Toda recomendação é assinada.
Visão multi-asset
Não nos limitamos a uma classe de ativo. Analisamos o portfólio inteiro do investidor — ações, renda fixa, FIIs, cripto — com coerência entre eles.
Transparência no processo
Você sabe quem assina cada análise, qual foi o raciocínio e o que mudaria nossa tese. Sem caixa-preta.
Consultoria FinFocus
E no seu caso, o que isso muda?
A carteira por perfil, os relatórios mensais e o cenário macro estão abertos a qualquer conta. Na consultoria um analista lê o que você já tem e escreve o plano — assinado pelo CNPI Nº 261.
Pedir um diagnóstico →Publicações recentes
Ver todas →CPI dos EUA e IPCA de sexta calibram o Fed e o Copom, enquanto eleição comanda o Ibovespa
Payroll de agosto acima do esperado elevou a aposta em juros mais altos nos EUA, e a semana traz CPI e IPCA na sexta-feira, prelúdio às decisões de Fed e Copom em 15 e 16 de setembro. No Brasil, a corrida eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro segue como o principal motor do Ibovespa.
Ler artigo →Payroll de agosto surpreende com 162 mil vagas nos EUA e eleva aposta de alta de juros do Fed para 52%
Payroll dos EUA soma 162 mil vagas em agosto, quase três vezes o esperado, e eleva para 52% a aposta de alta de juros do Fed em setembro. Ibovespa fecha a melhor semana desde janeiro, mas dólar sobe no fechamento de sexta.
Ler artigo →Payroll surpreende com 162 mil vagas nos EUA e reacende dúvida sobre juros do Fed; Ibovespa fecha melhor semana do ano
O mercado de trabalho americano criou 162 mil vagas em agosto, quase três vezes a previsão do consenso, reduzindo a aposta em corte de juros do Fed. No Brasil, o Ibovespa encerrou a sexta-feira (4/9) com a melhor semana do ano, turbinado pelo cenário eleitoral e por fluxo estrangeiro.
Ler artigo →Payroll dos EUA cria 162 mil vagas, quase triplo do esperado, e eleva para 60% aposta de alta de juros do Fed
O mercado de trabalho americano gerou 162 mil vagas em agosto, quase três vezes as 56 mil esperadas, e elevou de 49% para 60% a probabilidade de alta de juros do Fed em setembro. O dado pressiona dólar, Treasuries e Ibovespa nesta sexta-feira.
Ler artigo →Pesquisa PoderData põe Flávio Bolsonaro à frente de Lula e leva Ibovespa perto dos 186 mil pontos
Pesquisa PoderData/Aya divulgada hoje mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula em simulação de 2º turno (45% a 44%), num empate técnico que reforça o trade eleitoral: Ibovespa opera perto dos 186 mil pontos e dólar cai a R$ 5,099.
Ler artigo →Ibovespa salta quase 3% e bate 184 mil pontos com pesquisa Quaest reduzindo vantagem de Lula
Nova pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro encurtando distância para Lula no primeiro turno de 2026, e o mercado reagiu na hora: o Ibovespa ganhou mais de 5 mil pontos e o dólar caiu abaixo de R$ 5,11 na manhã desta quarta-feira.
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