O que move os mercados nesta manhã
Os futuros de Nova York operam próximos da estabilidade, com o S&P 500 subindo 0,5% e o Nasdaq avançando 0,4% na pré-abertura, caminhando para a terceira semana seguida de ganhos — o Dow Jones futuro, ao contrário, opera no vermelho. Na Ásia, o pregão fechou sem direção única: o Nikkei subiu 0,59%, a 68.713,80 pontos, puxado por tecnologia, enquanto o Hang Seng recuou 1,10%, a 25.116,85 pontos, e o Taiex caiu 0,46% em Taiwan. Na China continental, Xangai e Shenzhen ficaram praticamente estáveis. Na Europa, os futuros abriram mistos, com o Eurostoxx 50 subindo 0,27%, a 6.145 pontos. O ouro opera perto de US$ 4.350 a onça, e o dólar futuro mantém viés de alta ante o real, com abertura em 5.110 e máxima em 5.147 pontos.
Como fechou o último pregão
Wall Street encerrou ontem em clima de otimismo: o S&P 500 fechou em nova máxima histórica, a 7.798,99 pontos (+0,65%), o Nasdaq subiu 0,81%, a 26.803,03 pontos — maior fechamento em dois meses —, e o Dow Jones avançou 0,13%, a 53.839,99 pontos. O gatilho foi a inflação ao consumidor nos EUA, que desacelerou pelo segundo mês seguido, a 3,4% em julho, reduzindo apostas de alta de juros pelo Fed em setembro. O petróleo também recuou: o Brent fechou em US$ 87,07 o barril (-2,14%) e o WTI em US$ 81,25. O juro da Treasury de 10 anos cedeu para a faixa de . No Brasil, o Ibovespa fechou em queda de , aos pontos, oitava sessão negativa consecutiva — a mais longa sequência de perdas desde 2023 —, pressionado pela saída de quase em capital estrangeiro da B3 até o dia 11 e por balanços fracos da temporada do segundo trimestre. O dólar subiu pela quarta sessão seguida, a no fechamento comercial.