Como seus ETFs fecharam no último pregão
No último pregão (01/07), o Ibovespa encerrou em leve recuo de -0,20%, fechando em 171.688,61 pontos — referência direta para o BOVA11. A baixa refletiu, em parte, o movimento de realização de lucros que também atingiu Wall Street após declarações de tom mais contracionista do presidente do Fed, Kevin Warsh, no fórum de banqueiros centrais em Sintra.
Nos EUA, o S&P 500 recuou -0,22%, encerrando em 7.483,23 pontos — dado que tende a pesar na abertura do IVVB11, ETF que replica o índice americano em reais. O Nasdaq Composite caiu -0,66%, para 26.040,03 pontos, com uma dinâmica de dois andares no pregão: a Meta avançou mais de 11% em resultados de nuvem, enquanto semicondutores sofreram ampla realização — contexto que afeta o NASD11. O dólar voltou a superar R$ 5,20, puxado pelo cenário externo.
O sentimento nesta manhã (o que move seus ativos)
Ásia (fechamento noturno): As bolsas asiáticas encerraram em baixa disseminada, sem grande catalisador novo além da continuidade do ambiente de cautela sobre o ritmo dos juros americanos. Nikkei 225: -0,88% | CSI 300 (China): -0,53% | Hang Seng (Hong Kong): -1,09% | S&P/ASX 200 (Austrália): -0,49%.
Europa: As principais praças europeias recuam nesta manhã. O pano de fundo do acordo tarifário EUA-UE — aprovado com 440 votos a favor no Parlamento Europeu, com tarifa-base fixada em 15% sobre exportações europeias — segue como fator positivo de médio prazo, mas não evita o compasso de espera antes do Payroll.