Como seus ETFs fecharam no último pregão
No último pregão (02/07), o Ibovespa avançou +0,64%, fechando aos 172.787 pontos — resultado positivo para o BOVA11. O catalisador foi o relatório de empregos (payroll) de junho dos EUA, divulgado antecipadamente na quinta-feira em razão do feriado de hoje: apenas 57 mil vagas criadas, bem abaixo das 110 mil esperadas pelo mercado. O dado fraco reacendeu expectativas de alívio monetário nos EUA.
Nos mercados americanos, o S&P 500 avançou +0,26%, sinalizando impacto positivo esperado para o IVVB11 na abertura de hoje. O Nasdaq Composite recuou -0,8%, a 25.832 pontos, pressionado por ações do setor de semicondutores — viés negativo para o NASD11. O Dow Jones registrou novo recorde histórico na sessão.
O dólar à vista encerrou a R$ 5,2083, em queda, reflexo direto do payroll fraco que reduziu prêmios de risco associados à política monetária americana.
O sentimento nesta manhã (o que move seus ativos)
O cenário desta manhã apresenta um mix de sinais.
NYSE e Nasdaq estão fechadas hoje (3/jul) — a bolsa americana observa o Dia da Independência dos EUA (4 de julho cai em sábado e é observado na sexta). Isso retira liquidez e referência direta para IVVB11 e NASD11 durante o pregão da B3.
Na , o recuou , a , com forte pressão sobre ações ligadas à infraestrutura de inteligência artificial e semicondutores: Taiyo Yuden (-8,5%), Kioxia Holdings (-4,6%), Tokyo Electron (-3,4%), Murata Manufacturing (-5,2%) e Fujikura (-5,0%). A queda reflete o clima de incerteza sobre o custo de capital nos EUA e o posicionamento cauteloso do novo presidente do Fed.