O que move os mercados nesta manhã
A Ásia fechou em alta expressiva: o Kospi sul-coreano disparou 3,5% e o Nikkei japonês avançou 1,24%, movimento que se espalhou para a Europa. Na abertura do continente, o Eurostoxx 50 soma 0,2%, aos 6.556 pontos, o DAX alemão sobe 0,14%, aos 26.473 pontos, e o FTSE 100 britânico avança 0,25%, aos 10.776 pontos — só o CAC-40 francês opera com leve queda, perto dos 8.630 pontos. Os futuros europeus seguem no mesmo tom, com o Euro Stoxx 50 subindo 0,23%.
O pano de fundo segue sendo o impasse entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz, iniciado em março após ataques militares dos EUA e de Israel ao território iraniano. A Guarda Revolucionária iraniana mantém restrições à passagem de embarcações pela rota — por onde passa mais de 20% do petróleo mundial —, e o tráfego de petroleiros no local segue cerca de 70% abaixo do normal. Nesta manhã, o Brent recua 0,2%, a US$ 88,35 o barril, e o WTI cai 0,4%, a US$ 81,14, aliviando parte da alta que levou o barril a bater US$ 90 na sexta-feira.
Como fechou o último pregão
Wall Street encerrou a sexta-feira (14) em queda, em movimento de realização de lucros após a sequência recente de ganhos: o Dow Jones recuou 0,20%, a 53.732,41 pontos, o Nasdaq cedeu 0,28%, a 26.729,16 pontos, e o S&P 500 perdeu 0,17%, a 7.785,76 pontos. Ainda assim, o S&P 500 fechou a semana com alta de 0,4%, terceiro ganho semanal seguido após renovar máxima histórica.
No Brasil, o Ibovespa fechou a sexta-feira com recuo de 0,1%, aos 166.934,20 pontos, em uma sequência de perdas diárias que já é a mais longa desde agosto de 2023. O dólar avançou 0,52% frente ao real, fechando a R$ 5,2199 na venda. Lá fora, o rendimento da Treasury de 10 anos está em nesta manhã, após subir cerca de 5 pontos-base na sexta, e o ouro opera perto de máximas históricas, a US$ 4.394,95 a onça.