O que aconteceu hoje
O IVVB11 — maior ETF de acesso ao S&P 500 negociado na B3 — fechou a sessão de 1º de julho de 2026 em R$ 427,03, recuando 0,61% em relação ao fechamento anterior. O pregão inaugurou o segundo semestre após o melhor segundo trimestre para as bolsas americanas desde 2020: S&P 500 e Nasdaq acumularam altas de aproximadamente 14% e 20%, respectivamente, entre abril e junho. A abertura de julho trouxe maior seletividade — futuros do Nasdaq recuaram no início da sessão sob pressão de realizações em ações de tecnologia e semicondutores — e o câmbio encerrou com o real ligeiramente valorizado: o USD/BRL fechou a R$ 5,16, queda de 0,33% no dia, o que amplificou o recuo do IVVB11 em termos de reais.
O que é o IVVB11 e o que ele replica
O IVVB11 (iShares S&P 500 FIC de Fundo de Índice — Investimento no Exterior) é gerido pela BlackRock e tem como objetivo replicar o desempenho do S&P 500, o índice composto pelas 500 maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos por capitalização de mercado — de Apple, Microsoft e Nvidia a JPMorgan, Johnson & Johnson e Berkshire Hathaway. Para isso, o fundo aloca ao menos 95% do seu patrimônio em cotas do IVV (iShares Core S&P 500 ETF), negociado na bolsa americana. O IVVB11 permite que o investidor brasileiro acesse esse mercado sem abrir conta no exterior, com cotação e negociação integralmente na B3, em reais.
Os fundamentos que importam
Taxa de administração: O IVVB11 cobra 0,23% ao ano. A diferença de custo entre ETFs parece marginal, mas ao longo de décadas pequenas vantagens compostas geram impacto real no patrimônio. Comparando com o par mais direto na mesma categoria:
| ETF | Gestora / Fundo subjacente | Taxa (a.a.) | Volume médio/dia |
|---|---|---|---|
| IVVB11 | BlackRock via IVV | 0,23% | ~R$ 49 milhões |
| SPXI11 | Itaú via VOO | 0,18% | ~R$ 4,5 milhões |
